Dependendo do nível, o ruído no ambiente escolar – no parque (não mais que 55dB) e em sala de aula (até 35dB) -pode afetar a performance e o desenvolvimento da criança. Pesquisas mostram (Universidade de Southbank, Londres) que salas barulhentas podem acarretar em um pior resultado da turma – muita conversa entre eles, barulho de fora da sala, entre outros. O menor ruído possível deve permear por todo o momento em sala de aula, pois auxilia na compreensão e no processo de aprendizagem.
Finalmente encontrei uma pesquisa que acalmasse a minha agonia em ler e em assistir a essa conduta estúpida da “moderna” pedagogia, numa mistura de valores antagônicos e permissividade desenfreada, onde o aluno deve se expressar a qualquer hora e como quiser. Tais pedagogos defendem a “autonomia” e a “competência” do aluno por meio da fala, digo, do grito e de todos falando ao mesmo tempo, pois afinal, eles têm o direito de se expressar…
Hoje, a grande maioria dos ambientes nas salas de aula é uma verdadeira feira livre ou um campo de futebol em plena final! E se entrarem em sua sala e ela estiver silenciosa – ambiente propício para o aprendizado – você é uma professora muito enérgica, uma verdadeira “terrorista” que não permite com que seus alunos verbalizem suas idéias e opiniões.
Que alívio! Agora a ciência está do meu lado e nada mais poderá me calar. SILÊNCIO!!!!SILÊNCIO!!!
