Educação e Cérebro

Quando verbalizo essas duas palavras, tenho a impressão de que estou dizendo apenas uma só. Finalmente as duas áreas, Neurologia e Educação, começaram a “conversar” (no Brasil) e reconhecer que têm muito em comum.

Fui a um congresso recentemente (www.aprendercrianca.com.br), onde os palestrantes nada mais eram do que neurologistas e psiquiatras tentando reunir os processos cerebrais com os procedimentos do aprendizado. Fantástico!!!

É necessário reformularmos o como educar a partir das fases cerebrais da criança, ou seja,  aproveitar o desenvolvimento cerebral, em tempo real, com as janelas de oportunidade, estimulando o aluno no período em que as redes neuronais estão “pré-dispostas” a um determinado tipo de aprendizado. Assim, teremos um maior aproveitamento dos estímulos cerebrais e com isso, o aprendiz fará mais conexões, relações, de maneira que possa ampliar seus conhecimentos e interação mais produtiva e inteligente com a realidade e consigo mesmo.

Cintia Auilo

veja.abril.com.br/060808/entrevista.shtml

revistaeducacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=12337

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