Todo país tem a educação que merece

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Falar sobre a escola e seu papel sempre foi polêmico senão controverso. Irônico falar de um espaço que deveria ser educador, formador e transformador com tantas dificuldades em atuar efetivamente.

As escolas públicas dependem dos interesses da política brasileira e as privadas estão, muitas delas, vendidas, nas mãos dos pais pagantes que acabam ditando o que querem para seus filhos.

Copiar modelo educacional de países que deram certo, por exemplo, Finlândia, não basta, pois, a educação de um país é o espelho da sua sociedade em todos os seus segmentos. Tentar imitar uma fatia dela não basta. A história, os valores e hábitos sociais de cada país influenciam e muito em como as escolas conduzirão seu papel social.

País como o nosso, onde a corrupção impera, onde não há valorização em massa em não só frequentar a escola, mas em exercer àquilo que foi aprendido nela, não há como caminhar, muito menos vingar o papel da educação, tendo como grande porta-voz, as escolas.

Por um lado, as crianças que frequentam as escolas públicas vão para se alimentar ou para não ficar nas ruas com más companhias e os alunos das escolas privadas são entupidas de atividades e conteúdos e muito pouco brincar. Realidades tão diferentes que se assemelham em uma coisa: não cumprem seu papel.

É preciso coragem e uma grande dose de ética para as escolas brasileiras exercerem sua função primordial sem se corromperem pelo caminho.

Um país com escolas de qualidade e para todos só vinga a educação porque seu país a valoriza. É…temos muito que aprender…

 

Cintia Auilo – 29 de dezembro de 2016  – revisão em 29/05/2018.

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